quinta-feira, 23 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Ó Deus, Onde Estás?
Uma pequena prisão situada em Liberty, Missouri, Joseph Smith e cinco outros irmãos foram mantidos prisioneiros no seu interior, com paredes que mediam 1,2 metro de espessura, entre 1º de dezembro de 1838 e 6 de abril de 1839. (Sidney Rigdon foi libertado no final de fevereiro.) Confinados na parte inferior ou no calabouço do edifício, eles dormiram no chão com pouca luz e proteção insuficiente contra o frio do inverno.
Evento importante: O Profeta Joseph Smith, rogando pelos milhares de santos dos últimos dias sendo expulsos do Missouri, recebeu uma resposta à sua oração, a qual ele registrou em uma carta aos santos no exílio (D&C 121–123).

O Profeta É Confinado à Prisão
Pouco depois do massacre de Haun’s Mill, o Profeta Joseph Smith e outros líderes foram prisionados pela milícia do Estado.
Realizou-se uma corte marcial e o Profeta e seus companheiros foram condenados a fuzilamento, na manhã seguinte, por um esquadrão armado na praça da cidade de Far West. Entretanto, o General Alexander W. Doniphan, da milícia, recusou-se a executar essa ordem, chamando a decisão de “assassinato a sangue frio”, e advertiu o general que comandava a milícia com as seguintes palavras, caso continuasse intentando matar aqueles homens: “Eu o responsabilizarei diante de um tribunal, e que Deus me ajude”.
O Profeta e os outros líderes foram primeiro levados a Independence e depois a Richmond, Condado de Ray, onde foram postos na prisão enquanto esperavam o julgamento. Parley P. Pratt
era um dos que estavam com o Profeta. Ele disse que uma noite, os guardas estavam escarnecendo dos prisioneiros, contando-lhes sobre seus saques, assassinatos, estupros e roubos entre os santos dos últimos dias. Ele sabia que o Profeta estava acordado a seu lado e escreveu que Joseph se levantou de repente e repreendeu os guardas com grande poder:
“‘SILÊNCIO, demônios do abismo infernal. Em nome de Jesus Cristo, eu vos repreendo e ordeno que vos caleis; não ouvirei esse linguajar nem mais um minuto. Cessai vossa conversa, senão
morrereis ou morrerei eu NESTE INSTANTE!’
Ele parou de falar, permanecendo ereto em sublime majestade.
Acorrentado, desarmado, calmo, sereno e sério como um anjo, olhou para os guardas covardados, que deixaram as armas cair ou depositaram-nas no chão, e cujos joelhos tremiam. Encolhendo-se
num canto ou curvando-se tímida e humildemente, pediram perdão e permaneceram em silêncio até a troca dos guardas.”
Parley observou depois: “Tenho tentado imaginar reis, cortes reais, coroas e tronos, imperadores reunidos para decidirem o destino de reinos; mas dignidade e majestade vi apenas uma vez:
num homem acorrentado, à meia-noite, numa masmorra, numa obscura cidadezinha do Estado de Missouri”.24
Quando o interrogatório terminou, Joseph e Hyrum Smith, Sidney Rigdon, Lyman Wight, Caleb Baldwin e Alexander McRae foram enviados para a Cadeia de Liberty, no Condado de Clay, onde
chegaram em 1º de dezembro de 1838. O Profeta descreveu a situação da seguinte forma: “Estamos sob forte guarda, dia e noite, numa prisão de paredes e portas duplas, impedidos de exercer nossa liberdade de consciência, a comida é escassa. ( . . . ) Fomos obrigados a dormir no chão com palha e sem cobertores suficientes para nos manter aquecidos. ( . . . ) De tempos em tempos, os juízes diziam-nos saber que éramos inocentes e que devíamos ser libertados, mas não
se atreviam a fazer valer a lei por temerem a turba”
• Como podemos desenvolver a coragem necessária para enfrentar as situações difíceis? Citem algumas situações em que seja preciso ter coragem todos os dias.
(Fale de alguma ocasião em que eles ou alguém que conheçam agiram corajosamente para defender os princípios do evangelho.)
2. Amanda Smith socorre o filho, Alma, por meio de inspiração
O Massacre de Haun’s Mill (Moinho de Haun) Em 30 de outubro de 1838, três dias após a ordem de extermínio, cerca de 200 homens prepararam um ataque surpresa contra a pequena comunidade de santos de Haun’s Mill, em Shoal Creek, Condado de Caldwell. Os agressores, num ato de traição, mandaram que os homens que desejassem salvar a vida corressem para a ferraria. Depois, cercaram o local e atiraram até acharem que todos estavam mortos. Outros foram baleados quando tentavam escapar. Ao todo foram assassinados dezessete homens e meninos, e quinze ficaram feridos.
Após o massacre, Amanda Smith foi à ferraria, onde encontrou o marido, Warren, e o filho, Sardius, mortos. Em meio à carnificina, foi imensa a sua alegria ao encontrar o outro filho, o pequeno Alma, ainda vivo, embora gravemente ferido. O quadril do menino fora dilacerado por um tiro de mosquete. Com a maioria dos homens morto e ferida, Amanda ajoelhou-se e implorou a ajuda do Senhor:
“Oh, meu Pai Celestial, gritei, o que vou fazer? Estás vendo meu pobre menino ferido e sabes da minha inexperiência. Pai Celestial, mostra-me o que fazer!” Amanda disse que “[foi] dirigida como por uma voz”, que a instruiu a fazer uma lixívia com as cinzas e limpar o ferimento. Preparou, em seguida, um cataplasma de olmo e cobriu a ferida. No dia seguinte, derramou uma garrafa de bálsamo sobre o ferimento.
Amanda disse ao filho: “‘Alma, meu filho, ( . . . ) você acredita que o Senhor fez seu quadril?’”
‘Sim, mãe.’
‘Bem, o Senhor pode fazer alguma coisa no lugar do seu quadril, não acha, Alma?’
‘Acha que o Senhor pode fazer isso, mãe?’ perguntou o menino, com simplicidade.
‘Acho, meu filho’, repliquei eu, ‘Ele me mostrou tudo numa visão’.
Então, deitei-o confortavelmente de lado e disse: ‘Agora você vai ficar deitado desse jeito, e não se mova. O Senhor vai fazer-lhe um quadril novo’.
Assim, Alma permaneceu deitado de lado por cinco semanas, até ficar completamente restabelecido – no lugar onde faltava a junta e a cavidade onde se encaixa o osso, nasceu uma cartilagem flexível.”
. O Salvador compreende perfeitamente as nossas aflições e adversidades


O Profeta É Confinado à Prisão
Pouco depois do massacre de Haun’s Mill, o Profeta Joseph Smith e outros líderes foram prisionados pela milícia do Estado.
Realizou-se uma corte marcial e o Profeta e seus companheiros foram condenados a fuzilamento, na manhã seguinte, por um esquadrão armado na praça da cidade de Far West. Entretanto, o General Alexander W. Doniphan, da milícia, recusou-se a executar essa ordem, chamando a decisão de “assassinato a sangue frio”, e advertiu o general que comandava a milícia com as seguintes palavras, caso continuasse intentando matar aqueles homens: “Eu o responsabilizarei diante de um tribunal, e que Deus me ajude”.
O Profeta e os outros líderes foram primeiro levados a Independence e depois a Richmond, Condado de Ray, onde foram postos na prisão enquanto esperavam o julgamento. Parley P. Pratt
era um dos que estavam com o Profeta. Ele disse que uma noite, os guardas estavam escarnecendo dos prisioneiros, contando-lhes sobre seus saques, assassinatos, estupros e roubos entre os santos dos últimos dias. Ele sabia que o Profeta estava acordado a seu lado e escreveu que Joseph se levantou de repente e repreendeu os guardas com grande poder:
“‘SILÊNCIO, demônios do abismo infernal. Em nome de Jesus Cristo, eu vos repreendo e ordeno que vos caleis; não ouvirei esse linguajar nem mais um minuto. Cessai vossa conversa, senão
morrereis ou morrerei eu NESTE INSTANTE!’
Ele parou de falar, permanecendo ereto em sublime majestade.
Acorrentado, desarmado, calmo, sereno e sério como um anjo, olhou para os guardas covardados, que deixaram as armas cair ou depositaram-nas no chão, e cujos joelhos tremiam. Encolhendo-se
num canto ou curvando-se tímida e humildemente, pediram perdão e permaneceram em silêncio até a troca dos guardas.”
Parley observou depois: “Tenho tentado imaginar reis, cortes reais, coroas e tronos, imperadores reunidos para decidirem o destino de reinos; mas dignidade e majestade vi apenas uma vez:
num homem acorrentado, à meia-noite, numa masmorra, numa obscura cidadezinha do Estado de Missouri”.24
Quando o interrogatório terminou, Joseph e Hyrum Smith, Sidney Rigdon, Lyman Wight, Caleb Baldwin e Alexander McRae foram enviados para a Cadeia de Liberty, no Condado de Clay, onde
chegaram em 1º de dezembro de 1838. O Profeta descreveu a situação da seguinte forma: “Estamos sob forte guarda, dia e noite, numa prisão de paredes e portas duplas, impedidos de exercer nossa liberdade de consciência, a comida é escassa. ( . . . ) Fomos obrigados a dormir no chão com palha e sem cobertores suficientes para nos manter aquecidos. ( . . . ) De tempos em tempos, os juízes diziam-nos saber que éramos inocentes e que devíamos ser libertados, mas não
se atreviam a fazer valer a lei por temerem a turba”
• Como podemos desenvolver a coragem necessária para enfrentar as situações difíceis? Citem algumas situações em que seja preciso ter coragem todos os dias.
(Fale de alguma ocasião em que eles ou alguém que conheçam agiram corajosamente para defender os princípios do evangelho.)
2. Amanda Smith socorre o filho, Alma, por meio de inspiração
O Massacre de Haun’s Mill (Moinho de Haun) Em 30 de outubro de 1838, três dias após a ordem de extermínio, cerca de 200 homens prepararam um ataque surpresa contra a pequena comunidade de santos de Haun’s Mill, em Shoal Creek, Condado de Caldwell. Os agressores, num ato de traição, mandaram que os homens que desejassem salvar a vida corressem para a ferraria. Depois, cercaram o local e atiraram até acharem que todos estavam mortos. Outros foram baleados quando tentavam escapar. Ao todo foram assassinados dezessete homens e meninos, e quinze ficaram feridos.
Após o massacre, Amanda Smith foi à ferraria, onde encontrou o marido, Warren, e o filho, Sardius, mortos. Em meio à carnificina, foi imensa a sua alegria ao encontrar o outro filho, o pequeno Alma, ainda vivo, embora gravemente ferido. O quadril do menino fora dilacerado por um tiro de mosquete. Com a maioria dos homens morto e ferida, Amanda ajoelhou-se e implorou a ajuda do Senhor:
“Oh, meu Pai Celestial, gritei, o que vou fazer? Estás vendo meu pobre menino ferido e sabes da minha inexperiência. Pai Celestial, mostra-me o que fazer!” Amanda disse que “[foi] dirigida como por uma voz”, que a instruiu a fazer uma lixívia com as cinzas e limpar o ferimento. Preparou, em seguida, um cataplasma de olmo e cobriu a ferida. No dia seguinte, derramou uma garrafa de bálsamo sobre o ferimento.
Amanda disse ao filho: “‘Alma, meu filho, ( . . . ) você acredita que o Senhor fez seu quadril?’”
‘Sim, mãe.’
‘Bem, o Senhor pode fazer alguma coisa no lugar do seu quadril, não acha, Alma?’
‘Acha que o Senhor pode fazer isso, mãe?’ perguntou o menino, com simplicidade.
‘Acho, meu filho’, repliquei eu, ‘Ele me mostrou tudo numa visão’.
Então, deitei-o confortavelmente de lado e disse: ‘Agora você vai ficar deitado desse jeito, e não se mova. O Senhor vai fazer-lhe um quadril novo’.
Assim, Alma permaneceu deitado de lado por cinco semanas, até ficar completamente restabelecido – no lugar onde faltava a junta e a cavidade onde se encaixa o osso, nasceu uma cartilagem flexível.”
. O Salvador compreende perfeitamente as nossas aflições e adversidades
“Como parte de Sua Expiação infinita, Jesus (…) assumiu os pecados, dores,
tristezas e, diz Jacó, as dores de todos os homens, mulheres e crianças. (Ver 2 Néfi
9:21.) Tendo sido perfeito em empatia, Jesus sabe como nos socorrer. Nada está
além de Seu poder redentor a abrangente empatia. Por isso, não nos devemos
queixar de que nossa vida não é um mar de rosas quando nos lembramos
Daquele que usou a coroa de espinhos!”
(A Liahona, julho de 1987, p. 72. Neal A. Maxwell, do Quórum dos Doze)
tristezas e, diz Jacó, as dores de todos os homens, mulheres e crianças. (Ver 2 Néfi
9:21.) Tendo sido perfeito em empatia, Jesus sabe como nos socorrer. Nada está
além de Seu poder redentor a abrangente empatia. Por isso, não nos devemos
queixar de que nossa vida não é um mar de rosas quando nos lembramos
Daquele que usou a coroa de espinhos!”
(A Liahona, julho de 1987, p. 72. Neal A. Maxwell, do Quórum dos Doze)

sábado, 18 de julho de 2009
Aula 27

1. A Cronologia do Missouri
Janeiro de 1831: Chegam os primeiros missionários ao Missouri.
Julho de 1831: O Senhor escolhe o Missouri como o lugar para a
construção da cidade de Sião.
Agosto de 1831: Joseph Smith dedica o terreno do templo em Independence, Missouri.
Julho de 1833: Uma turba ataca os membros da Igreja em Independence.
Novembro de 1833: Acontece a Batalha de Big Blue. Os membros da Igreja são expulsos do Condado de Jackson e vão para o Condado de Clay, no Missouri.
Maio a junho de 1834: O Acampamento de Sião marcha de Kirtland, em Ohio, para o Condado de Clay, no Missouri.
Junho de 1836: Os moradores do Condado de Clay pedem aos membros da Igreja que saiam dali.
Setembro de 1836: Os membros da Igreja começam a mudar-se para Far West, no Missouri, e outros lugares que vieram a constituir os condados de Caldwell e Daviess, no Missouri.
Março de 1838: Joseph Smith e a família chegam a Far West, no Missouri, depois de fugir das turbas de Kirtland, em Ohio.
Outubro de 1838: Acontece a Batalha do rio Crooked. O Governador Boggs, do Missouri, expede a ordem de extermínio.
Outubro de 1838 a abril de 1839: Joseph Smith e outros membros da Igreja são aprisionados no Missouri.
Abril de 1839: Os membros da Igreja fogem do Missouri e vão para Illinois.
2. As ordens que o Senhor deu aos santos que haviam sido expulsos Depois de os santos haverem sido expulsos do Condado de Jackson, o Senhor deu ordens específicas quanto ao que deveriam fazer. Sugere-se que você estude as seguintes instruções:
a. Buscar a redenção de Sião. (D&C 101:43–62) Por meio da parábola desses versículos, o Senhor lembrou aos santos que fora a falta de obediência o que enfraquecera a situação em que se encontravam, permitindo que os inimigos os vencessem. Contudo, Ele garantiu que Sião
seria redimida no devido momento.
b. Continuar a empenhar-se na obra de coligação. (D&C 101:63–75)
apesar de o lugar central estar nas mãos dos inimigos, o Senhor deixou claro que os santos deveriam continuar a reunirem-se nos lugares que Ele indicasse (versículo 67).
Atualmente, esses lugares são as estacas de Sião em todo o mundo.
Temos de fazer com que nossas estacas sejam “lugares santos”. (D&C 101:21–22)
c. Buscar a compensação. (D&C 101:76–95) Os membros da Igreja receberam a ordem de pedirem formalmente que fossem ressarcidos e que se fizesse justiça.
A Constituição dos Estados Unidos garantia o direito de liberdade religiosa e de propriedade. Esses direitos foram violados no Estado do Missouri. Os santos seguiram o conselho do Senhor e recorreram às autoridades locais, estaduais e federais na tentativa de serem compensados. Não
conseguiram ajuda portanto, deixaram que o Senhor julgasse o caso e foram adiante.
d. Reivindicar os direitos de propriedade no Condado de Jackson. (D&C 101:96–101)
“Irmãos, alguns de vós estais zangados comigo, por não haverdes lutado em Missouri mas quero dizer-vos que o Senhor não desejava que lutásseis. Ele não poderia organizar Seu reino com doze homens para abrir as portas do evangelho para as nações da Terra, e com setenta homens, sob sua direção, para seguirem seus passos, a menos que os tirasse de um grupo de homens que tivessem oferecido a vida, e que tivessem feito um sacrifício tão grande quanto o de Abraão”.
(History of the Church, 2:182 - Joseph Smith)
(History of the Church, 2:182 - Joseph Smith)
segunda-feira, 29 de junho de 2009
ufffaaaa! Atualizei....
“Buscai Conhecimento, Sim, pelo Estudo e também pela Fé” Lição 23
Nesta dispensação, o Senhor salientou bastante a necessidade de estudarmos as coisas seculares e as espirituais.
O Senhor instruiu o Profeta Joseph Smith a fundar a Escola dos Profetas, em Kirtland, Ohio. Essa escola começou a funcionar em janeiro de 1833, em uma salinha no andar superior da loja de Newel K. Whitney, em Kirtland. (Ver a figura da página 128.) Ali, os líderes da Igreja aprendiam a doutrina do evangelho, os assuntos da Igreja e outras matérias. Eles deviam preparar-se para liderarem a Igreja e servirem como missionários. (D&C 88:77–80)
Essas reuniões prepararam o terreno para que tivessem experiências espirituais e discutissem a fundo os princípios do evangelho. Houve várias revelações. Consta nos registros de história da Igreja que “o semblante das pessoas que freqüentavam a Escola dos Profetas e dos membros da Igreja sempre irradiava grande alegria devido ao que era revelado e (…) ao fato de que seu conhecimento das coisas de Deus aumentava”. (History of the Church, 1:334)
• Que oportunidades de aprendizado temos na Igreja?
O que podemos fazer para nos prepararmos melhor para aprender nas reuniões da Igreja?
O Senhor instruiu o Profeta Joseph Smith a fundar a Escola dos Profetas, em Kirtland, Ohio. Essa escola começou a funcionar em janeiro de 1833, em uma salinha no andar superior da loja de Newel K. Whitney, em Kirtland. (Ver a figura da página 128.) Ali, os líderes da Igreja aprendiam a doutrina do evangelho, os assuntos da Igreja e outras matérias. Eles deviam preparar-se para liderarem a Igreja e servirem como missionários. (D&C 88:77–80)
Essas reuniões prepararam o terreno para que tivessem experiências espirituais e discutissem a fundo os princípios do evangelho. Houve várias revelações. Consta nos registros de história da Igreja que “o semblante das pessoas que freqüentavam a Escola dos Profetas e dos membros da Igreja sempre irradiava grande alegria devido ao que era revelado e (…) ao fato de que seu conhecimento das coisas de Deus aumentava”. (History of the Church, 1:334)
• Que oportunidades de aprendizado temos na Igreja?
O que podemos fazer para nos prepararmos melhor para aprender nas reuniões da Igreja?
O Presidente Marion G. Romney, da Primeira Presidência disse: Acredito no
estudo. Acredito que os homens aprendam muito estudando. (…) Entretanto,
também acredito e sei que a fé acelera muito o aprendizado por meio do
estudo”. [Learning for the Eternities, George J. Romney (org.), 1977, p.72.]
O Presidente Gordon B. Hinckley ensinou aos jovens o valor da educação: “É
muito importante que todo rapaz e toda moça estudem o máximo que
puderem. O Senhor disse de modo bem claro que Seu povo devia adquirir
conhecimento de países e reinos e das coisas do mundo pelos estudos, sim,
pelo estudo e também pela fé. A educação é a chave que irá abrir as portas da
oportunidade para vocês. Ela vale todo o sacrifício que fizerem. Vale a pena
esforçarem-se para adquiri-la. Se educarem a mente e as mãos, vocês serão
capazes de fazer uma grande contribuição para a sociedade de que fazem parte
e poderão ser um bom exemplo e honrar a Igreja a que pertencem. Meus
queridos jovens irmãos e irmãs, aproveitem todas as oportunidade
educacionais a que tiverem acesso. E vocês, pais e mães, incentivem seus filhos
e filhas a adquirirem uma educação que irá abençoar-lhes a vida.”
(“Pensamentos Inspiradores”, A Liahona, junho de 1999, pp. 4–5.)
Quando era membro do Quórum dos Doze, o Élder Gordon B. Hinckley
salientou a importância de incentivar as crianças a ler: “Vocês sabem que os
seus filhos lerão. Eles lerão livros, revistas e jornais. Cultive neles o gosto pelo
que houver de melhor. Enquanto são pequenos, leia para eles as histórias que
se tornaram imortais devido às virtudes que ensinam. Coloquem-nos em
contato com os bons livros; façam com que em sua casa haja um canto, ainda
que pequeno, em que vejam ao menos alguns dos livros que tenham nutrido a
mente dos grandes pensadores”. [Conference Report (Relatório da Conferência
Geral), outubro de 1975, p. 57; ou Ensign, novembro de 1975, p.39.]
O Presidente Thomas S. Monson lembrou-nos que as crianças compreendem os
ensinamentos das escrituras: “[Uma das características] de um lar feliz se
descobre quando ele se torna uma biblioteca de aprendizagem. (…) O Senhor
aconselha: ‘(…) Nos melhores livros buscai palavras de sabedoria; procurai
conhecimento, sim, pelo estudo e também pela fé”. (D&C 88:118) As obraspadrão
oferecem a biblioteca de aprendizagem da qual falo. Devemos ter o
cuidado de não subestimar a capacidade infantil de ler e entender a palavra de
Deus”. (A Liahona, janeiro de 1989, pp. 73–74.)
estudo. Acredito que os homens aprendam muito estudando. (…) Entretanto,
também acredito e sei que a fé acelera muito o aprendizado por meio do
estudo”. [Learning for the Eternities, George J. Romney (org.), 1977, p.72.]
O Presidente Gordon B. Hinckley ensinou aos jovens o valor da educação: “É
muito importante que todo rapaz e toda moça estudem o máximo que
puderem. O Senhor disse de modo bem claro que Seu povo devia adquirir
conhecimento de países e reinos e das coisas do mundo pelos estudos, sim,
pelo estudo e também pela fé. A educação é a chave que irá abrir as portas da
oportunidade para vocês. Ela vale todo o sacrifício que fizerem. Vale a pena
esforçarem-se para adquiri-la. Se educarem a mente e as mãos, vocês serão
capazes de fazer uma grande contribuição para a sociedade de que fazem parte
e poderão ser um bom exemplo e honrar a Igreja a que pertencem. Meus
queridos jovens irmãos e irmãs, aproveitem todas as oportunidade
educacionais a que tiverem acesso. E vocês, pais e mães, incentivem seus filhos
e filhas a adquirirem uma educação que irá abençoar-lhes a vida.”
(“Pensamentos Inspiradores”, A Liahona, junho de 1999, pp. 4–5.)
Quando era membro do Quórum dos Doze, o Élder Gordon B. Hinckley
salientou a importância de incentivar as crianças a ler: “Vocês sabem que os
seus filhos lerão. Eles lerão livros, revistas e jornais. Cultive neles o gosto pelo
que houver de melhor. Enquanto são pequenos, leia para eles as histórias que
se tornaram imortais devido às virtudes que ensinam. Coloquem-nos em
contato com os bons livros; façam com que em sua casa haja um canto, ainda
que pequeno, em que vejam ao menos alguns dos livros que tenham nutrido a
mente dos grandes pensadores”. [Conference Report (Relatório da Conferência
Geral), outubro de 1975, p. 57; ou Ensign, novembro de 1975, p.39.]
O Presidente Thomas S. Monson lembrou-nos que as crianças compreendem os
ensinamentos das escrituras: “[Uma das características] de um lar feliz se
descobre quando ele se torna uma biblioteca de aprendizagem. (…) O Senhor
aconselha: ‘(…) Nos melhores livros buscai palavras de sabedoria; procurai
conhecimento, sim, pelo estudo e também pela fé”. (D&C 88:118) As obraspadrão
oferecem a biblioteca de aprendizagem da qual falo. Devemos ter o
cuidado de não subestimar a capacidade infantil de ler e entender a palavra de
Deus”. (A Liahona, janeiro de 1989, pp. 73–74.)
4. O que aprendemos no templo é para a eternidade.
Planta Do Templo

Planta Do Templo
O Élder John A. Widtsoe, do Quórum dos Doze, ensinou: “O templo é um lugar
de ensino. Ali, ensinam-se os princípios do evangelho e revelam-se verdades
importantes do reino de Deus. Caso entremos no templo com o espírito certo e
prestemos atenção, teremos mais conhecimento do evangelho e sabedoria ao
sair”. (“Looking toward the Temple”. Ensign, janeiro de 1972, pp. 56–57.)
O Élder Boyd K. Packer, do Quórum dos Doze, disse:
“O templo é uma grande escola. É uma casa de instrução. A atmosfera mantida
ali é ideal para o aprendizado de questões profundamente espirituais. (…)
A cerimônia do templo não será plenamente compreendida da primeira vez.
Será apenas parcialmente captada. Voltem muitas e muitas vezes. Voltem para
aprender. Coisas que nos vêm perturbando , que nos deixam perplexos ou que
nos parecem misteriosas se tornam claras. Muitas delas são aquelas coisas
pessoais, silenciosas, que realmente não podemos explicar a mais ninguém.
Mas para nós passam a ser conhecidas. (…)
Portanto, voltem os olhos para o templo. Guiem seus filhos em direção ao
templo. Desde a infância, chamem a atenção deles para o templo santo,
iniciando a preparação para o dia em que nele entrarem.
Nesse ínterim, estejam sempre dispostos a aprender, sejam reverentes.
Aproveitem [bem] os ensinamentos—simbólicos e intensamente espirituais –
encontrados somente no templo. (O Templo Sagrado, Folheto, 1980, pp. 6, 7, 8.)de ensino. Ali, ensinam-se os princípios do evangelho e revelam-se verdades
importantes do reino de Deus. Caso entremos no templo com o espírito certo e
prestemos atenção, teremos mais conhecimento do evangelho e sabedoria ao
sair”. (“Looking toward the Temple”. Ensign, janeiro de 1972, pp. 56–57.)
O Élder Boyd K. Packer, do Quórum dos Doze, disse:
“O templo é uma grande escola. É uma casa de instrução. A atmosfera mantida
ali é ideal para o aprendizado de questões profundamente espirituais. (…)
A cerimônia do templo não será plenamente compreendida da primeira vez.
Será apenas parcialmente captada. Voltem muitas e muitas vezes. Voltem para
aprender. Coisas que nos vêm perturbando , que nos deixam perplexos ou que
nos parecem misteriosas se tornam claras. Muitas delas são aquelas coisas
pessoais, silenciosas, que realmente não podemos explicar a mais ninguém.
Mas para nós passam a ser conhecidas. (…)
Portanto, voltem os olhos para o templo. Guiem seus filhos em direção ao
templo. Desde a infância, chamem a atenção deles para o templo santo,
iniciando a preparação para o dia em que nele entrarem.
Nesse ínterim, estejam sempre dispostos a aprender, sejam reverentes.
Aproveitem [bem] os ensinamentos—simbólicos e intensamente espirituais –

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